“Eu não gostaria de abordar essa questão, porque posso ter que vir a apreciar”, declarou presidente do TSE, ao ser questionado sobre estratégia do PT.
Foto: Fernando Frazão/ Arquivo Agência Brasil
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, evitou comentar a estratégia do PT de manter a pré-candidatura do ex-presidente Lula, preso desde o último dia 7 de abril, mas reafirmou o entendimento da Lei da Ficha Limpa, pelo qual o petista não poderá disputar o pleito de outubro.
“A própria lei entende que é suficiente a condenação em segundo grau para barrar a candidatura, porque o candidato já teve apurada e reapurada a sua responsabilidade na segunda instância”, disse o ministro, ao ser questionado se a condenação em segunda instância, por um colegiado, é suficiente para impedir uma candidatura.
“É uma deferência ao legislador que resolveu escolher que o candidato nessas condições não pode concorrer”, acrescentou o presidente do TSE, que participou da programação do evento ‘Justiça Eleitoral Itinerante’, em Salvador.
Ao ser perguntado sobre o discurso do PT, de que registrará a candidatura de Lula no próximo dia 15 de agosto, Fux disse que não poderia opinar, para manter sua isenção. “Eu não gostaria de abordar essa questão, porque posso ter que vir a apreciar”, declarou.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, evitou comentar a estratégia do PT de manter a pré-candidatura do ex-presidente Lula, preso desde o último dia 7 de abril, mas reafirmou o entendimento da Lei da Ficha Limpa, pelo qual o petista não poderá disputar o pleito de outubro.
“A própria lei entende que é suficiente a condenação em segundo grau para barrar a candidatura, porque o candidato já teve apurada e reapurada a sua responsabilidade na segunda instância”, disse o ministro, ao ser questionado se a condenação em segunda instância, por um colegiado, é suficiente para impedir uma candidatura.
“É uma deferência ao legislador que resolveu escolher que o candidato nessas condições não pode concorrer”, acrescentou o presidente do TSE, que participou da programação do evento ‘Justiça Eleitoral Itinerante’, em Salvador.
Ao ser perguntado sobre o discurso do PT, de que registrará a candidatura de Lula no próximo dia 15 de agosto, Fux disse que não poderia opinar, para manter sua isenção. “Eu não gostaria de abordar essa questão, porque posso ter que vir a apreciar”, declarou.
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Política